A cerca sanitária foi imposta na quarta-feira devido ao teste positivo detectado na amostra de um dos hóspedes proveniente de Luanda que havia sido submetido ao teste rápido.Submetido ao Laboratório de Biologia Molecular, em Luanda, a referida amostra deu negativo.
Na unidade hoteleira, localizada no casco urbano da cidade do Lubango, estavam 14 funcionários e dez hóspedes e dois visitantes que foram surpreendidos pela cerca.
Na ocasião, o gerente da unidade com 70 quartos, Paulino Puto Binji, considera um alívio o levantamento da cerca, em função dos resultados negativos dos hóspedes.
A unidade, de acordo com o responsável, sempre primou pela observação das normas de biossegurança e continua a receber hóspedes, mas a todos é exigida o certificado do teste, sobretudo àqueles que vêm em trabalho de zonas sob cerca sanitária.
Ainda assim, Paulino Binji sublinhou que está já em curso um processo de desinfecção da unidade, que regressa imediatamente à normalidade.
Esse foi o primeiro caso suspeito em testes rápidos, dispositivos que chegaram à Huíla somente na segunda-feira, em cerca de mil unidades.
Fonte: Angop