Sob iniciativa da administração local e com a duração de cinco dias, o certame tem expostos produtos alimentares como cereais, tubérculos, hortícolas e fruteiras, com objetivo de promover a produção local e pôr à disposição do consumidor bens do campo a preços acessíveis.
Além da produção agrícola, a feira congrega igualmente artefactos produzidos localmente por artistas locais, como olaria, cestaria, trajes tradicionais, missangas e artesanato.
Na abertura, o administrador de Caconda, Nandim Capenda, afirmou que a feira demonstra as potencialidades agrícolas para as pessoas que pretendam investir no ramo,, além da necessidade de continuar a promover a produção local, com vista a encontrar novos mercados.
Afirmou que esse factor permite que os feirantes aumentem os níveis da sua produção e da produtividade, no intuito de contribuírem para a dieta alimentar nas famílias, bem como no combater à pobreza.
O município de caconda, com uma superfície quanto mil 715 km², tem uma população estimada em 214 mil e 048 habitantes.
É limitado, a Norte, pelos municípios da Ganda (Benguela) e Longonjo (Huambo), a Leste pela Caála e Chipindo, a Sul por Chicomba e a Oeste pelo município de Caluquembe, tos da Huíla.
Antes da vinda dos portugueses, Caconda era a capital do Reino Galangue, formado entre o século XVI e XVII, o principal
Estado com domínio sobre o norte da Huíla, basicamente nas faixas de terra entre os rios Cué e Cubango.
Com a chegada dos portugueses, em 1682, tornou-se o maior dos marcos de colonização inicial da Huíla.
O posto colonial foi fundado inicialmente com base num acordo comercial com os galangues, que previa a construção da Fortaleza de Alva Nova (ou Alba Nova), que ficaria sob coordenação de um capitão-mor português.
Fonte: angop