Lubango – A fábrica de processamento e engarrafamento de água mineral “Preciosa”, do Grupo “O Regente”, situada no Lubango, solicitou ao Governo da Huíla ajuda institucional para atingir o mercado árabe, de onde existe interesse.
A preocupação foi manifestada, hoje, pelo administrador da referida fábrica, Valdemar Ribeiro, afirmando que o mercado árabe é dos que mais interesse manifestou e tem capacidade financeira para absorver a produção de água “Preciosa”.
A fábrica, no mercado desde 2014, tem capacidade para encher oito mil garrafas de 1.5 litros e 0.5 mililitros de água/hora, a partir do aquífero esporão da Humpata, cuja capacidade da nascente dispõe de 50 mil litros/hora, mas a falta de mercado força ao desperdício de parte de água já filtrada.
Segundo, Valdemar Ribeiro, o mercado árabe, por não ter água de qualidade, pois usa o processo de dessalinização da água do mar e outras resultantes de filtração por químicos para obter o liquido potável, é um destino que deve ser melhor aproveitado.
Explicou que a ideia passa por levar o produto em garrafas de vidro, com e sem gás, assim como sumos medicinais, mas para a sua concretização urge um acordo entre as autoridades diplomáticas dos dois países para que a exportação se efective.
“Os navios vêm cheios dos países árabes e ancoram nos portos do Namibe, Lobito e Luanda, mas regressam vazios”, desabafou.
Avançou que a empresa, em parceria com uma outra alemã, tem estudos feitos para a implementação de um projecto para a montagem de quatro linhas de produção de água diversificada.
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