Lubango – A província da Huíla aparece como prioridade nas potenciais de Angola para receber, a curto prazo, um projecto de voos de parapente, com o Lubango e a Humpata a se destacarem, revela a Escola Nacional desse desporto radical.
Segundo o representante da Escola Nacional de Parapente, Carlos Teixeira, a Huíla aparece como a primeira província com potencial de desportos radicais e depois seguem-se Benguela, Huambo e Namibe.
Justificou que a posição da Huíla dá-se pela diversidade de planícies, montanhas e aquíferos, pois encontram na província o clima, aaltitude, para aquilo que esse tipo de actividade precisa.
Para fomentar mais os desportos radicais, como destaca o parapente, segundo a fonte, há a necessidade de os governos provinciais estarem disponíveis a criar condições em infra-estruturas, como rampas de lançamento e pistas de pouso.
Para além do parapente, apontou que já se faz no país a descida de montanhas com bicicleta, o rapel, a escalada, o scuba diving e outros mergulhos radicais, bem como o pára-quedismo.
O parapente é um derivado longínquo do pára-quedas. Ele transporta-se às costas dentro de um saco que contém todo o material necessário. Esta modalidade tem tido um progresso tanto em termos de segurança, como de performance.
Os parapentes têm velocidades entre 25 e 60km/hora.
É uma modalidade de desporto similar ao pára-quedas, porém o voo é mais dinâmico e o piloto pode controlar a direcção, alongando o tempo e a experiência de voo. A história do parapente aparece por volta do ano de 1965 e dai para cá, a sua prática foi disseminada.
Trata-se de uma actividade que combina a aventura com a beleza do voo livre, permitindo aos pilotos planar e se mover pelo ar utilizando correntes térmicas e de vento. EM/MS
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