Este é o sabão de casca da batata rena”, mostra Luísa Tchicuamanga
A jovem de 20 anos faz parte do grupo de mulheres produtoras de sabão artesanal da Huíla que recebeu o apoio do PNUD e espera aumentar o seu rendimento com a venda deste sabão de batata e de outros que tem produzido.
Luísa conta que para produzir uma barra de sabão destas demora cerca de três semanas e precisa de água, soda cáustica e óleo. “Tiramos as cascas da batata rena e pisamos no almofariz.
Depois peneiramos, colocamos 350 ml de água, colocamos 12 colheres de soda cáustica para um litro de óleo, e viramos até atingir a saponificação”, explicou a jovem.
O sabão tem de ficar 4 horas numa forma, “até ficar pegado”, e depois “passamos a virar diariamente e esperamos o processo de cura, que são 3 semanas”.
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